Dança Vs Sensualidade



Como sabem a dança do ventre é proveniente de rituais sagrados (está ligada aos ritos de fertilização). Era realizada nos templos sagrados em homenagem a Ísis. As sacerdotisas, devido à sua natureza feminina e receptiva, eram responsáveis pela abertura de um canal para o plano espiritual interior. Assim a energia feminina começava a manifestar-se.

A proposta é fazer com que se assuma uma nova postura de consciência de vida através desta dança. Tornarmo-nos mais felizes quando, em vez de irmos simplesmente fazendo pela vida, temos a sabedoria de dançá-la.

Todas as que praticam esta dança já tiveram a oportunidade de entrar em contacto com alguns benefícios que ela revela, inclusive no aumento da sensibilidade e também com a sua sensualidade. A maioria das mulheres que aborda a dança do ventre traz em si alguma sensualidade (até porque sensualidade é presença do universo feminino). Sendo que a sensualidade e feminilidade, fazem parte do nosso universo, quando ela se caracteriza em leveza, delicadeza e sumptuosidade não será lamentável a não ser que seja exagerada, o que tem vindo a acontecer com mais frequência do que o desejável.

Aconselhamos que não procurem somente esse aspecto pois irão colher apenas as migalhas que a dança oferece e esta sensualidade tornar-se-á vulgar no dia-a-dia.

Assim sendo, permitam-nos estabelecer algumas definições para reflectir:
- Na dança, ao combinar estruturas auditivas e de movimentos (apoiadas no raciocínio lógico) desenvolve-se a consciência corporal;
- A dança é o elo de ligação entre o que a mente pensa, a alma sente e o corpo executa.
- A Dança do Ventre, através dos seus movimentos minuciosamente localizados, activa os principais centros energéticos (chakras);
- Ao dançar não só se activam as energias como se obtém um retorno energético: Penso – Sinto – Danço – Sinto;
- Dançar estabelece uma relação activa entre o corpo, a natureza e as diversas energias;
- É uma forma da mulher se conhecer melhor sensorialmente e também fisicamente;
- É uma das raras actividades humanas em que a mulher se sente totalmente envolvida: corpo, espírito e coração;
- Dançar também é uma terapia, é o descobrimento de todo o SER;

É claro que não podemos negar ou esconder a sensualidade aflorada pela dança, por qualquer dança!
Essa sensualidade não deve ser o ponto de partida mas sim de chegada e nunca devemos descuidar dos verdadeiros benefícios!
Desprendam-se do lado material e lembrem-se sempre que ao falarmos em energias, existem as boas e menos boas, e que uma das leis da natureza é: o que se dá recebe-se em troca.

Dêem-se e recebam-se!


E entretanto divinas danças…

Atenção Muita Atenção:

Em primeiríssima mão aqui fica esta magnífica informação bem como um "recado" de Denise de Carvalho.

Quanto a nós, vamos lá estar com toda a certeza!!!




"A Dança Oriental, também conhecida como Raqs Sharqi ou Dança do Ventre, começa a ganhar cada vez mais adeptos entre nós, não só pela destreza corporal e muscular de quem a executa, como por todo o desafio e magia que a envolve. É o aprender de uma tradição misteriosa e milenar que se perde na origem dos tempos, onde o corpo se transforma em música, em emoção, e a magia acontece...

Nestas aulas, em regime de formação mais intensiva, o objectivo é dar a conhecer o mundo inerente a esta forma de dança, a sua cultura, suas particularidades, técnica, variantes, entendimento rítmico (e as suas especificidades), respiração, postura, adereços diversos, sendo o ponto fundamental entender, dominar e aplicar todos os conhecimentos transmitidos, ao invés da simples transmissão de coreografias.

O grande objectivo da Dança Oriental é o da bailarina ser o 3’D do que está a ouvir, onde o seu corpo deve retratar, em movimento minucioso, todas as nuances musicais: ritmo, melodia, acentuações, improvisações (taqsim)… e é isto que iremos aprender!!"

-- -- -- -- -- --

Mais informações AQUI

e atenção meninas: "As oportunidades nunca são desperdiçadas apenas são aproveitadas por outras pessoas"

Mãos à Obra: Vamos Fazer um Véu!



Muitas vezes o véu é feito a partir do mesmo material da saia. Os materiais mais adequados para que o véu “viva” são principalmente, poliéster ou chifon (o nosso preferido). Deverá ser um tecido “suave” e que ao “cair” seja ao mesmo tempo firme, que não “esvoace” demasiado.

Por mais incrível que possa parecer a seda natural não é o mais adequado pois não deixará que o véu “dance”.

Se engomar não é a sua tarefa mais cobiçada então prefira tecidos mais resistentes.

Nunca faça um véu com vários tecidos (ou retalhos). Irão aparecer costuras que não só o desfeiam como não o deixarão “voar” ou “dançar”.

Ao comprar o tecido, o melhor mesmo é preferir “desperdiçar” o restante do mesmo (que pode ser aproveitado em diversos acessórios, como luvas) e comprar tamanho suficiente para o véu. Vai ver que o resultado final compensa e bem! Não só o véu fica mais barato do que nas lojas como é um orgulho dançarmos com algo que “criámos”.

Por tudo isto e muito mais, vamos então passar ao véu!

Se bem que muitos há rectangulares, nos últimos anos a forma arredondada tornou-se mais popular e é o véu semicircular que vamos aprender a fazer:

A altura padrão é aproximadamente 1,10m e a largura de 2,40m é óptimo na maioria dos casos.

No entanto as medidas mais correctas dependem do seu corpo: da sua altura e do seu comprimento de braços.

Para definir a altura: encoste a extremidade de uma lateral do tecido ao nível dos ombros, a altura deverá de ir até à zona dos tornozelos (ou um pouco acima, na zona das canelas).

Para definir a largura: coloque um dos seus braços na horizontal, sobre ele coloque o véu dobrado (pelo meio), ao cair o tecido deverá dar até meio das canelas. Ou se preferir, pegue no véu com as mãos, como se fosse se cobrir (horizontalmente), passando-o pelos ombros e juntando as mãos à sua frente (segurando sempre o tecido). O tecido que sobra deverá de dar até aos seus cotovelos.

Desenhe a forma do véu fazendo um modelo de cartolina ou papel de arquitecto (molde, que ficará grande) conforme figuras em que primeiro corta um rectângulo e só de seguida arredonda os cantos.




Coloque o tecido sobre o molde. Comece pela parte recta e vá fixando com alfinetes, até que sobram as partes dos cantos do tecido que deverá cortar em meio circulo. Atenção: não corte ainda! Confira se está bem fixo pois ao começar a cortar esses tecidos costumam escorregar com extrema facilidade, “fugindo” da tesoura. Se tiver ajuda de uma segunda pessoa será mais fácil e rápido.

Dica: Nós costumamos deixar uma margem maior para o corte. Depois da prova cortamos se sobrar.

De seguida é só fazer as costuras. Deverá ter atenção ao pormenor do acabamento. Nós gostamos de usar fita de cetim ou organza. Ou outras fitas que sejam “lisas” ou apenas tenham um suave bordado, pois assim nunca ficaremos com lantejoulas ou sequins agarrados ao cabelo.


Esperamos que tenham gostado. Qualquer dúvida recorram ao mail ou aqui mesmo nos comentários.

Dancem e encantem e não se coíbam de mostrar o VOSSO véu!!

e como sempre... Boas e divinas danças!

Recado "Prático"

É com enorme prazer que hoje aqui deixamos o seguinte "recado". Para todas as que se preocupam com o seu desempenho e aprendizagem, constante, prestem atenção:


THE DRUMZY SCHOOL OF DANCE, RHYTHM & MUSIC APRESENTA


THE ADVANCED DANCERS, TEACHERS & PROFESSIONAL PERFORMERS.
Certified Course


Este curso destina-se a todas as dançarinas que desejem tornar-se 100% profissionais na sua carreira em dança, o que significa todas aquelas que queiram tornar-se realmente entendidas na sua matéria e na sua arte.

1. Todos os ritmos de dança.

2. Capaz de reconhecer as várias partes da música. (Estrutura Musical dentro da Dança Egípcia)

3. Capaz de expressar a música em movimento e ser criativa ao fazê-lo.

4. Aprender um alto nível técnico, quer de movimentos como de interpretação musical com vários estilos e influências.

5. Tornar-se entendida nos variados estilos da Dança Egípcia e do Médio Oriente.

6. Aprender diversos estilos de dança, desde as clássicas "Estrelas do Egipto" Naima Akef, Taheya Karioka, Samya Gamal e muitas mais.

7. Desenhar as suas próprias coreografias sem falhas, fazendo com que a música se torne viva.

8. Capacidade de lidar com todos os problemas no que respeita a actuar ao vivo para uma audiência, seja com música gravada ou ao vivo.

9. Aprender a habilidade necessária para dançar com uma BANDA AO VIVO e interagir com improvisações a solo (AO VIVO), lidando com todos os problemas relacionados com a actuação para uma audiência.

10. As participantes do curso irão fazer parte de um concerto enorme que iremos organizar para o final do curso – Hafla e actuar com a nossa orquestra ao vivo.

O curso irá ser desenvolvido nos seguintes moldes:

1. Uma aula de avaliação privada para cada aluna com uma entrevista adequada, audição para avaliar o estilo de dança de cada uma, entendimento da música e ritmo, bem como entender o que cada dançarina sabe e sente que necessita melhorar.

2. Esta entrevista irá ser gravada e documentada para o futuro e estudada por Hossam e Serena para avaliar o ponto onde cada aluna está.

3. Primeiro que tudo, nós iremos lidar com os obstáculos imediatos um por um e colocá-los na linha de pensamento correcta para o curso.

4. Depois iremos começar as aulas propriamente ditas da seguinte forma:

a) Aulas de grupo para entendimento rítmico. Irão incluir tocar um instrumento de percussão (de forma simples e não complicada).

b) Aulas de grupo para entendimento dos níveis da música e como desmontar cada peça de música. As alunas irão também aprender técnicas básicas e coreográficas para desenvolverem o seu próprio estilo.

c) Estudos visuais e discussões acerca de variados estilos de dança em vídeos bem como a aprendizagem de coreografias que representem os variados estilos que iremos estudar dentro da Dança Egípcia.

d) Trabalho de casa, privado e específico, que será dado a cada dançarina. Espera-se que cada dançarina faça o seu trabalho de cada e filme-o num vídeo ou DVD e envie-nos por correio para o vermos, avaliar, classificar e marcar. A resposta ao trabalho de casa será enviada por e-mail.
e) A correcção respeitante ao trabalho de casa será reavaliada na aula seguinte.

f) Vídeo discussões em grupo acerca de vídeo clips das "Stars of Egypt", avaliando o estilo de cada dançarina, como ela interpreta a música e como executa a sua apresentação de dança.

g) Coreografias de grupo e criação de coreografias de grupo.

h) Aulas de percussão de grupo onde irá aprender a tocar ritmos simples numa tabla ou num duff.

i) A arte de dançar com música ao vivo. Nestas aulas, alguns músicos (provavelmente tocando violino, nay e acordeão) farão parte das aulas e irão ensinar a arte de dançar e interpretar música ao vivo.

j) Eu irei conduzir três aulas especiais como alguns dos meus músicos para este curso durante as quais as dançarinas irão aprender como interagir completamente com os instrumentos solistas. Somente para as participantes do curso.

k) No final e após o curso estar completo, iremos criar um concerto com as dançarinas participantes do curso, envolvendo-as na própria criação do mesmo, que contará também com a participação da minha orquestra,

As alunas vão desempenhar um papel fundamental na escolha das músicas, fazendo o design do palco, desenhando os cartazes, panfletos e programas do concerto, estudo das luzes, organização de bastidores, venda de bilhetes e promoção do concerto, bem como dançando no mesmo.

NEM TODAS AS ALUNAS IRÃO DANÇAR A SOLO, mas todas irão ter uma parte a solo nas coreografias de grupo, dependendo do seu progresso durante o curso.

DURAÇÃO
As aulas deste curso irão ter lugar uma vez por mês e entre cada aula irá ter algum trabalho de casa para estudar e fazer. No total serão 15 meses dependendo da habilidade de cada dançarina para assimilar e aplicar o conhecimento no curso e logicamente a quantidade de horas dedicadas ao mesmo.

Isto será adicionado ao tempo que será necessário para preparar o concerto e apresentação do fim do curso.

Nós também entendemos que cada dançarina é uma pessoa diferente com diferentes necessidades e habilidades. Então, enquanto o nosso objectivo é de 15 meses, nós iremos começar consigo para ajudá-la a atingir o seu melhor potencial. Nunca podemos garantir a forma como cada dançarina irá progredir, mas podemos ajudar tanto quanto se podem ajudar a vocês mesmas e trabalhar nos resultados que atingiram no curso. Mas são 15 meses, a menos que existam necessidades especiais, e nesse caso poderiam ser adicionadas uma aula ou duas no máximo.

PAGAMENTOS:
2500€ pelas 15 aulas.
1250€ serão pagos a pronto no acto de inscrição. Posteriormente, serão feitos 10 pagamentos mensais de 125€ no início do vosso curso.

Para mais informações e como se registar para este curso, por favor contacte-nos:

Por telefone: +44 1342 410800
Por e-mail : ramzystore@btconnect.com
drumzy@btconnect.com

Desejando conhecê-la pessoalmente e incluí-la no curso.
Com os melhores cumprimentos.

Hossam Ramzy
Director da
Drumzy School of Music & Dance www.hossamramzy.com

De Volta!



De volta e retemperadas, esperamos!

Começamos Setembro a falar de um dos acessórios mais apreciados das bailarinas: O Véu!



Não se sabe ao certo como surgiu a dança com véus. Dizem que ela tem as suas raízes na dança dos sete véus que é uma dança onde os véus representavam os sete chakras em equilíbrio e harmonia. A retirada e o cair de cada véu significava o abrir dos olhos que desperta a consciência da mulher.

Actualmente, o véu, é um dos símbolos mais comuns da dança do ventre e são muitos os passos que o utilizam. Alguns são usados especialmente para emoldurar o rosto ou o corpo da bailarina, assim envolvendo-a em mistério e magia. Por ser transparente, tem o encanto de mostrar sem revelar.

O véu está presente em várias passagens de textos que falam sobre a dança dos povos do antigo Egipto, por isso é previsível que este seja muito usado pelas bailarinas na actualidade.

Quando se fala sobre a importância e o significado do véu, devemos lembrar que os movimentos na Dança do Ventre estão relacionados aos animais, às plantas, aos símbolos da mitologia egípcia e aos quatro elementos da natureza. Assim sendo podemos relacionar o véu com o elemento ar (com os ventos que sopram do deserto).

A dança com véu pode variar de acordo com a intenção e criatividade da bailarina: pode-se dançar com um único véu, com dois ou até nove véus.


Voltamos, já, já com muitas novidades!

"In" e "Out"




A dança do ventre compreende um universo infindável de informações envolvendo aprendizagem, estilos, costumes... isto sem falar nos detalhes importantes que devem ser observados e que fazem parte da imagem da bailarina: roupas, acessórios, maquilhagem etc.


Vamos ver alguns destes itens segundo especialistas:

Para uma bela maquilhagem o ideal é ter uma pele limpa , bem cuidada, com aparência viçosa, hidratada e maquilhada sem exageros. Ter o cuidado de aplicar a quantidade certa, procurando harmonia , com traços delicados que apenas valorize o rosto sem torná-lo carregado. É preferível não usar delineador do que fazer um traço grosseiro.

"In" segundo a mestra Samira Samia, é aproveitar a transformação mental, física e emocional que a dança proporciona.

Já "Out" é a falta de ética. Segundo o percussionista Mauricio Mouzayek, uma dançarina deve ter humildade e não sofrer de "lantejoulite aguda", ou seja, não deixar o sucesso subir à cabeça! Deverá sempre ter inteiro respeito quer pela arte e mundo da dança quer pelo trabalho das suas colegas e público em geral.

Entre os árabes há o tradicional costume de presentear as bailarinas com dinheiro durante a dança como forma de demonstrar que o trabalho dela agradou. Trata-se de um acto de muito respeito e sem qualquer malícia, mas é considerado muito desagradável quando uma bailarina, percebendo que determinada pessoa está disposta a presenteá-la, coloca-se ao lado da mesa onde tal pessoa está sentada, por um tempo interminável, agindo assim de forma grosseira.

"In" segundo o estilista Robby Moutinho compete à profissional ser original, ter bom gosto, escolher trajes que combinem com a sua personalidade, optar por roupas adequadas a seu corpo, cuidando para não causar uma poluição visual, lembrar-se que: bailarina não é árvore de natal!

Parecem pequenas regras mas acreditem que quando seguidas farão toda a diferença!

Tomemo-las então como pormenores de máxima importância.

Entretanto, dancem… e sintam-se... divinamente!

Maquilhagem de Verão


Inspiradas pelo calor dos últimos dias trazemos hoje uma maquilhagem com cherinho aos dias de verão (que está quase aí!)




Passe uma sombra amarela em toda a palpebra. No canto exterior, passe uma sombra laranja sobre a amarela e esfumace um pouco.




Use lápis rosa na parte de baixo dos olhos (ou sombra rosa). Bem juntinho aos cílios sobreponha um lápis azul (como na foto).





Caso tenha os olhos pequenos e os queira "tornar" maiores poderá passar, junto ás pestanas, um risco bem fino preto. Aplique o rimel preto e pronto: Bem refrescante!!

Só nos resta desejar um óptimo fim-de-semana e divinas danças!!



Mais uma dica de maquilhagem

Olá a todas!

Aqui fica mais uma sugestão de maquilhagem.

Entretanto não se esqueçam de ter sempre a pele bem tratada (exfoliação, máscara, hidratação, etc.) e de beber muita água!

Dark Eyes:


Use uma base sobre a palpebra e passe lapis em baixo e em cima.


Passe sombra preta em toda a palpebra móvel.
Passe a sombra na parte de baixo dos olhos, pode ser usado um cotonete.



Passe a sombra roxa no limite da preta, note a diferença de um olho para o outro.



Esfumace a sombra roxa, misturando SÓ UM POUCO com a preta.



Na parte que ficou sem maquilhagem (próximo da sombracelha) use uma sombra branca ou pérola, por forma a ficar semelhante á foto.



Finalize com o rímel e eis o resultado final: fulminante!

Prometemos voltar logo logo, não vos faremos esperar tanto tempo como este último.

Até breve e divinas danças!

Dicas de Maquilhagem


Vamos deixar a indumentária de lado (por uns tempos, claro!) e voltarmo-nos para a maquilhagem.

Para começar escolhemos a maquilhagem dos olhos (ou do espelho da alma...)

Não se esqueçam de preparar bem a pele. Façam uma exfoliação suave (específica para o rosto) e uma máscara adequada ao vosso tipo de pele. Caso tenham problemas de acne a máscara a fazer deve ser do tipo gel que ao secar saia por inteiro (semelhante a uma 2ª pele). Depois destes passos e passados dois dias irão notar os resultados numa tez mais luminosa.

Não se esqueçam, nunca, que a água é essencial para a nossa pele (assim como para todo o nosso corpo). Bebam-na em abundância!

Antes de iniciarem os passos seguintes tenham em atenção:

- Coloquem uma base apropriada ao vosso tom de pele
- Usem um corrector de olheiras (não estranhem se este ficar mais claro - é assim que deve de ficar - com o passar dos minutos a pele vai "absorver" os produtos colocados e "ajudada" com os acabamentos finais como o pó solto, vai acabar por ficar mais esbatido do que inicialmente)
- Coloquem, ainda, por baixo dos olhos uma dose generosa de pó solto (ou, eventualmente, um lenço de papel) para, no final da maquilhagem, ajudar a retirar a sombra que cai sobre esse zona do rosto.

Passemos então á maquilhagem, propriamente dita, dos olhos:

Em tons dourados e castanhos



Depois da pele preparada com uma base, use uma sombra castanho (marron) claro sobre a pálpebra. Use uma sombra laranja acima da pálpebra móvel e esfumace se necessário (e pouco).



Entre o castanho claro e o laranja, use uma sombra bege. Use uma sombra de tom prata sobre o castanho claro.


Passe sombra preta sobre a prateada. Esfumace a sombra preta sobre a laranja, mas somente na lateral externa. Tenha em atenção para não "esconder" muito a sombra laranja.



Aplique o lápis e use a sombra preta e prata na parte de baixo das pestanas e veja o resulatdo final: divino não?!


Agora uma maquilhagem azul:

Sobre a pele já preparada e a base colocada, passe uma sombra azul claro.


No canto externo do olho, sobre a sombra azul claro, use uma sombra azul escuro.




Para dar um toque final e realçar o olhar, use a sombra azul escuro em baixo dos cílios na parte externa, a azul clara no canto interno (também na parte de baixo) e uma sombra branca na parte superior da pálpebra, próximo a sombrancelha.


Passe lápis e rímel azul ou preto e este é o resultado final: bem luminoso!


Por hoje ficam esta duas sugestões. No próximo post vamos mostrar mais duas.

Não se esqueçam de beber muita água, de manter sempre a pele hidratada e de, quinzenalmente, exfoliar e colocar uma máscara adequada ao vosso tipo de pele.

Entretanto, boas e divinas danças...

Convite



Porque muito nos gratifica as imensas visitas que temos a este nosso cantinho, aqui deixamos um convite para as do "país irmão" - Brasil:

Em Maio teremos membros de equipa de um projecto em que estamos envolvidas, no Rio de Janeiro e em São Paulo. É com muito gosto que convidamos todas/todos quantos possam a estar presente na inauguração deste projecto no Brasil.

Vamos estar:

de 4 a 9 de Maio no Hotel Pestana Rio Atlântica em Copacabana - Rio de Janeiro
e de 9 a 16 de Maio no Hotel Pestana São Paulo, Jardim Paulista - São Paulo


Contactem-nos e teremos todo o prazer em que façam parte da nossa festa!
Não pagam nada e divertimo-nos juntos!


Ensinamentos


É verdade que já há muito que não aparecíamos por aqui.

Temos andado atarefadas com novas "descobertas" acerca deste mundo tão especial. Daí que este artigo fale em Hossam Ramzy

Neste últimos tempos temo-nos dedicado (e obrigada DENISE, és de facto única) em conseguir compreender tudo o que se relaciona ao ritmo, á melodia, á música que não só acompanha a bailarina mas que deve, ISSO SIM, ser SENTIDA por quem dança.
De facto, e o que nos foi dito, é que iriamos apanhar diversos "choques" e a triste conslusão a que chegámos é que o ensino desta arte oriental, em Portugal, não está bem nem sequer se recomenda. É triste mas ainda há pessoas capazes e com sabedoria suficiente para ensinar a dança oriental como ela merece ser ensinada...

Aqui ficam alguns ensinamentos deste mestre:
Hossam Ramzy, nascido no Cairo, considerado o embaixador egípcio do ritmo, é conhecido mundialmente por criar arranjos de cordas e percussão e por produzir diversas músicas para artistas de renome mundial, tais como: Yesim Salkim, Celick Erici, Cheb Khaled, Tarkan, Rachid Taha, Faudel, The Gypsy Kings e muitos mais. Considerado o “melhor” na arte egípcia da música e conhecedor supremo dos acordes e dança oriental diz:

“dançar é como fazer a percussão, como tocar a flauta Nay, ou como tocar piano, ou tocar o Oud, Quanoon ou qualquer outro instrumento. O instrumento de quem dança é o corpo. A dançarina é um membro musical da Orquestra.

Em qualquer estilo e esfera musical, é sabido que o melhor tipo de músico é aquele que OUVE OS OUTROS MÚSICOS, enquanto toca sua parte, encaixando-se perfeitamente no que está sendo tocado. Ele toca alegremente a mesma música que os outros e acentua quando deve, cresce com eles, e pára quando eles param.

Como tocador de Tabla, quando faço a percussão de uma música eu presto muita atenção a todas as frases musicais que estão sendo tocadas. Como membro de um grupo, devo conhecer definitivamente que ritmo é aquele e devo saber quando o ritmo muda, diminui, acelera, pára, acentua ou se modifica de qualquer jeito. Eu devo ouvir cada músico que toca comigo e ter certeza que estou tocando de acordo com o que ele ou ela está tocando, seja um solo ou parte de uma orquestra. Quando a orquestra inteira está fazendo rodeios sobre uma parte específica, tenho que colaborar e crescer com eles, e expressar esta parte, porém quando a música é tocada por apenas um solista, eu tenho que tocar bem baixinho, apenas o suficiente para fazer o acompanhamento, mantendo a contagem da música e o ritmo definido; eu também posso gentilmente decorar os pequenos acentos que ele estiver fazendo aqui e ali apenas para manter a coisa toda em um nível estético e artístico, e manter a comunicação fluente entre nós dois. Esta mesma atitude aplica-se a todos os instrumentos que se apresentam na mesma parte da música. Ou a coisa toda descamba para uma bagunça sem precedentes.

Nos meus contactos com diversos grandes artistas do mundo que têm a dança como parte relevante de suas carreiras ou que estão relacionados à nossa amada dança, como a dançarina indiana de Kathak Nahid Siddiki do Paquistão ou a espanhola Maria Belén Fernandez de Madrid, TODAS elas me explicaram quanto tempo gastam aprendendo sobre ritmos, contagem, cantando os sons dos ritmos e aprendendo os significados dos movimentos do corpo e o que este movimento de cabeça significa, ou o que o olhar indica, ou o quanto elas amam isso tudo e como é significativo aos olhos de quem observa e como elas nunca poderiam pisar um palco sem estes conhecimentos, e se por milagre conseguissem, elas não seriam aceites pelo público, uma vez que este público sabe o que quer.

Porque algumas pessoas pensam que na dança egípcia e do Oriente Médio deveria ser diferente?

Sim, eu sei... Se você mostrar as pernas o suficiente, muita gente ficará interessada no oriente médio, mas AQUI eu falo sobre ARTE, CULTURA e ESTÉTICA.

Tenho visto diversas dançarinas se apresentarem com as mais inusitadas coreografias para a música e dizerem, e eu cito aqui “Esta coreografia foi especialmente desenhada para mim por (#~@%$£&^%@#~#x ) {O nome de algum professor famoso}".

Sinto muito por isso do fundo de meu coração, porque quero que VOCÊ compreenda a dança e DANCE REALMENTE bem.

Então se você quer saber como fazer isso e como organizar sua dança de acordo com a música, é assim que se faz. Este é um presente gratuito, e espero que você faça bom uso dele.

Eis o que eu penso:

Se escolheu uma ou outra parte da música.

Agora tente descobrir algo mais sobre ela. O que ela está dizendo (musicalmente e liricamente se possível) e quais seriam os gestos adequados a esta composição... é uma música alegre? É uma música triste? Ou seria uma música brava? Uma música melancólica? Que tipo de música é esta, é clássica, é folclórica, é um Baladi, é um Baladi improvisado, é um Saidi, e isso só para mencionar o campo de músicas egípcias...

Então descubra que ritmo é aquele. Quantas barras de cada ritmo a música tem.

Abasteça-se com um vocabulário básico de movimentos que podem encaixar-se em cada um destes ritmos (dois ou três passos que possam ser encaixados em cada ritmo), e você deve fazer um óptimo trabalho. Uma de minhas dançarinas favoritas do Egipto é Fifi Abdo. Garanto-vos que ela faz apenas três ou quatro passos em todo seu repertório. Mas ela executa-os no lugar certo e no momento certo, com um adorável sorriso.”


Por certo que as mais atentas compreenderão esta nossa "tristeza" e este nosso desabafo.
Esperamos por dias melhores e mais iluminados
entretanto
Boas e divinas danças!

Código de Ética da Dança do Ventre


O Código de Ética da Dança do Ventre foi elaborado a partir de uma iniciativa brasileira de Shalimar Mattar, editora do jornal "Oriente, Encanto e Magia", objectivando a organização e valorização do segmento envolvido com a dança do ventre no Brasil.

É o resultado de um trabalho conjunto e democrático que contou com a participação de 439 praticantes brasileiras dessa arte (amadoras e profissionais) durante um período de 10 meses de trabalhos.

Foi publicado a 03/03/2002 durante o "1º Simpósio de Dança do Ventre" realizado em São Paulo.

Aqui o deixamos salientado o quanto urge iniciativas que possam contribuir para uma maior união, paz e serenidade entre as apaixonadas desta arte.




“A dança do ventre é uma expressão artística e, como tal, deve ser difundida. Cabe às profissionais da área zelar pelo seu conceito, mantendo assim, os padrões de elegância que a envolvem e não permitindo sua vulgarização.
Para exercer suas funções com dignidade, as profissionais da área devem receber remuneração justa pelos serviços artísticos ou didácticos prestados. É considerada conduta antiética a prática de concorrência desleal com outras profissionais da área (bailarinas ou professoras).

Professoras:
- A professora tem a função de ensinar e orientar pacientemente, sempre zelando, em primeiro lugar, pela saúde e bem-estar de suas alunas, e respeitando as limitações de cada uma.
- A todas as professoras é dada orientação que seus currículos estejam à disposição das alunas.
- É importante que a professora realize anualmente avaliações opcionais com suas alunas, as quais terão à disposição informações preciosas para a evolução de seu aprendizado.
- A dedicação ao ensino deve ser direccionada para o conhecimento de suas alunas e não como instrumento de vaidade pessoal para a promoção da professora
- A professora deve exercer seu trabalho livre de toda e qualquer discriminação, motivando e respeitando suas alunas, independentemente de características físicas ou faixa etária, lembrando que esta é uma actividade que deve ser direccionada visando ao bem-estar e equilíbrio físico, mental e emocional. Portanto, não podem ser exigidos padrões estéticos que diferenciem ou discriminem qualquer uma delas.
- Para aptidão ao magistério da dança do ventre considera-se satisfatório um período mínimo de 4 anos de estudos na área, com aperfeiçoamento em didáctica e conhecimentos de anatomia, cinesiologia e biomecânica que possibilitem segurança na realização de um trabalho corporal consciente. O tempo de estudo pode ser reconsiderado a partir de cursos realizados anteriormente, como ballet clássico, educação física ou faculdade de dança.
- A professora de dança do ventre deve buscar aprimoramento e actualização constantemente.
- A professora deve cumprir a programação e o cronograma de cursos oferecidos ou divulgados a suas alunas.
- Todas as alunas merecem igual atenção de sua professora, a qual não deve fazer qualquer distinção entre elas.
- A professora deve ser especialmente honesta quanto aos seus conhecimentos, buscando respostas correctas para esclarecimento de suas alunas. Todas as informações pertinentes ao curso que se dispõe a ministrar devem ser transmitidas com clareza e honestidade, visando ao efectivo aprendizado de suas alunas.
- Como a dança do ventre tem origens muito remotas e informações de difícil acesso, esta questão deve ser sempre esclarecida a priori, para se evitar a divulgação de histórias fictícias que resultem em prejuízo à sua imagem e evolução.
- A professora não deve estimular competitividade negativa entre suas alunas ou com outros grupos.
- A professora deve ter respeito e consideração com as demais profissionais da área, preservando um ambiente de relacionamento sadio que possa acrescentar ao desenvolvimento de todo o segmento, não utilizando a sala de aula como espaço para demonstrar rivalidades pessoais ou denegrir a imagem dos demais profissionais da área em prol de sua promoção.

São ainda consideradas atitudes antiéticas:
- Apresentar coreografias de outras profissionais sem prévia autorização, bem como omitir o nome da responsável por sua criação.
- Coibir a participação de alunas em workshops e cursos que possam acrescentar elementos ao desenvolvimento e aprendizado.
- Apresentar currículos com informações fictícias referentes ao aprendizado e experiência. Recomenda-se que, em se tratando de cursos e workshops, sempre se solicite certificado de participação.

Bailarinas:
No Brasil, até a presente data, são consideradas bailarinas de dança-do-ventre todas aquelas que, possuindo o conhecimento e experiência necessários, prestem serviços artísticos profissionais (shows) mediante honorários.
- Cabe à bailarina profissional cumprir todas as cláusulas acertadas em contrato para prestação de serviços artísticos junto ao seu contratante.
- A bailarina profissional de dança do ventre deve zelar pela imagem moral da categoria que representa:
a) Mantendo relacionamento de respeito e elegância junto ao seu público e contratante.
b) Trajando-se de forma adequada aos padrões da categoria durante suas apresentações.

Faz parte da correcta conduta ética entre bailarinas profissionais:
- Quando assistir à apresentação de outra bailarina e/ou alunas, dedicar o devido respeito e atenção.
- Quando estiver realizando apresentação em conjunto, ser solidária e direccionar o trabalho com espírito de equipa e união.
- Ter consciência de que cada profissional possui um estilo próprio que a diferencia e, assim, saber apreciar a admirar, com a devida humildade, todas as variadas formas de se expressar a mesma arte.
- Respeitar o local de trabalho de outras profissionais.

São consideradas atitudes antiéticas:
- Atravessar ou interferir no trabalho de outra profissional estando ciente deste fato.
- Distribuir material de propaganda pessoal durante serviços contratados por meio de outra bailarina.
- Criticar o desempenho ou denegrir a imagem de outra profissional junto ao público, contratantes ou demais colegas da área.
- Transformar uma apresentação colectiva em disputa pessoal de vaidade, interferindo na qualidade do trabalho apresentado.

A forma como uma professora e bailarina se referem à sua (s) mestra (s) é um exemplo que será seguido por suas alunas amanhã. Quem não respeita seu mestre não valoriza a arte.
Recomenda-se sempre avaliação médica antes do início desta actividade, como em qualquer actividade física.

As responsáveis pela elaboração do Código de Ética esperam que a união, a humildade, a seriedade, o respeito e o amor sincero à arte estejam sempre acima de qualquer diferença pessoal. Que estes laços que nos aproximaram até aqui em favor do objectivo único de valorizar e organizar nossa arte se fortifiquem a cada dia, alcançando todas as praticantes da dança do ventre no Brasil.”

Dicas de Acabamentos


Conforme "prometemos", aqui estão as fotos e dicas para os acabamentos do conjunto de cinto e soutien para dança do ventre.

Uma vez as cores e os motivos escolhidos, comecem por descrever o motivo central (base) do cinto e só depois contornem e preencham o restante. Os materiais podem ser diversificados. Aqui foram escolhidos, básicamente, lantejoulas e algumas missangas mas este é um mundo replecto de magia e com o vosso bom gosto estamos certas de que farão verdadeiras obras de arte!!

Para fixação costumamos usar cola de tecido. Certifiquem-se da qualidade da cola: nem sempre o barato sai caro mas pode sair portanto mais vale prevenir...

Caso prefiram jogar pelo seguro e coser os materiais, ao aplicar as lantejoulas façam-no usando uma missanga da mesma cor que, não passando pelo orifício da lantejoula, irá prendê-la ao tecido dando-lhe um acabamento mais bonito e resistente.

Aqui ficam as fotos passo-a-passo. Divirtam-se!!







































Já agora: Porque não partilhar as vossas "obras" connosco enviando-nos fotos?!!

Ficamos a aguardar!

entretanto desejamo-vos, sempre, boas e divinas danças!



Como Forrar um Soutien para Dança do Ventre

Vamos demonstrar que forrar um soutien com tecido não é difícil. Para que se seja mais fácil aconselhamos o uso de tecidos “elásticos” como por exemplo veludo que foi a nossa escolha.

O veludo tem também a vantagem de “camuflar” os pontos e as costuras.

Como primeiro passo escolhemos um soutien que se adapte bem ao nosso peito. Cortam-se as alças (pois vamos fazer umas bem mais bonitas). De seguida coloca-se o tecido em torno do soutien, começando pela parte superior e fixando com alfinetes. Tenta que fique esticado o suficiente para que não apareçam rugas no tecido.


Visto do avesso fica assim



Visto do direito fica assim



Corta-se o excesso de tecido, não esquecer de deixar um pouco para a costura Nas "curvas" das copas aconselhamos a cortar o tecido ao longo do feitio do soutien antes de o prender com alfinetes (atenção: não esquecer a margem para as costuras).



Assim sendo já tens uma das copas praticamente forrada.



Fechado um lado do soutien começa a forrar o outro lado de igual modo. Entre as duas podes fazer uma pequena costura manual ficará invisível (se o tecido for em veludo). Nós costumamos experimentar sempre antes de coser para que, ao esticarmos o tecido aquando da forra, o soutien não fique mais pequeno do que o pretendido.




Está quase!

Depois do soutien forrado não te esqueças das tiras para as alças. Nós gostamos de usar elástico dos mais largos que forramos com tiras do mesmo tecido. Atenção ás costuras, devem de ser em ziguezague para manter a elasticidade.

As alças também podem ser cobertas com vários materiais, lembrar que devem permanecer elásticas. Se não gostarem delas demasiado elásticas usem tecido de renda por exemplo em vez de usar o elástico pois a renda dar-lhe-á apenas uma ligeira elasticidade.

Há várias maneiras de colocar as alças: as alças normais sobre os ombros até ás costas ou as que ficam em redor do pescoço. Nós gostamos de misturar as duas: as alças que ficam em redor do pescoço, que se unem a duas que partem das costas do soutien até ao pescoço (como mostramos no esboço). Assim dançamos sem qualquer preocupação.



Não te esqueças de experimentar antes de as coser para verificar exactamente onde elas devem ficar colocadas.

Dica: Em caso de extrema urgência a cola de tecido é bastante útil quando todos os minutos estão contados (basta usar um secador para acelerar o processo de secagem) mas não se esqueçam que, e caso necessitem de lavar as peças (sempre com extrema delicadeza, claro) de as coser antes do processo de lavagem a fim de evitar dissabores de peças “desmanchadas” (apesar de algumas colas indicarem resistência á lavagem, mais vale prevenir).

Esperamos que também para vocês se torne fácil forrar um soutien!

Sugerimos que enfeitem o soutien e o cinto com iguais acabamentos e assim já poderão ter o vosso primeiro conjunto para dança do ventre!

Só falta falar dos acabamentos. As fotos e as dicas vêm já de seguida!

Boas e divinas danças!