Mais uma dica de maquilhagem

Olá a todas!

Aqui fica mais uma sugestão de maquilhagem.

Entretanto não se esqueçam de ter sempre a pele bem tratada (exfoliação, máscara, hidratação, etc.) e de beber muita água!

Dark Eyes:


Use uma base sobre a palpebra e passe lapis em baixo e em cima.


Passe sombra preta em toda a palpebra móvel.
Passe a sombra na parte de baixo dos olhos, pode ser usado um cotonete.



Passe a sombra roxa no limite da preta, note a diferença de um olho para o outro.



Esfumace a sombra roxa, misturando SÓ UM POUCO com a preta.



Na parte que ficou sem maquilhagem (próximo da sombracelha) use uma sombra branca ou pérola, por forma a ficar semelhante á foto.



Finalize com o rímel e eis o resultado final: fulminante!

Prometemos voltar logo logo, não vos faremos esperar tanto tempo como este último.

Até breve e divinas danças!

Dicas de Maquilhagem


Vamos deixar a indumentária de lado (por uns tempos, claro!) e voltarmo-nos para a maquilhagem.

Para começar escolhemos a maquilhagem dos olhos (ou do espelho da alma...)

Não se esqueçam de preparar bem a pele. Façam uma exfoliação suave (específica para o rosto) e uma máscara adequada ao vosso tipo de pele. Caso tenham problemas de acne a máscara a fazer deve ser do tipo gel que ao secar saia por inteiro (semelhante a uma 2ª pele). Depois destes passos e passados dois dias irão notar os resultados numa tez mais luminosa.

Não se esqueçam, nunca, que a água é essencial para a nossa pele (assim como para todo o nosso corpo). Bebam-na em abundância!

Antes de iniciarem os passos seguintes tenham em atenção:

- Coloquem uma base apropriada ao vosso tom de pele
- Usem um corrector de olheiras (não estranhem se este ficar mais claro - é assim que deve de ficar - com o passar dos minutos a pele vai "absorver" os produtos colocados e "ajudada" com os acabamentos finais como o pó solto, vai acabar por ficar mais esbatido do que inicialmente)
- Coloquem, ainda, por baixo dos olhos uma dose generosa de pó solto (ou, eventualmente, um lenço de papel) para, no final da maquilhagem, ajudar a retirar a sombra que cai sobre esse zona do rosto.

Passemos então á maquilhagem, propriamente dita, dos olhos:

Em tons dourados e castanhos



Depois da pele preparada com uma base, use uma sombra castanho (marron) claro sobre a pálpebra. Use uma sombra laranja acima da pálpebra móvel e esfumace se necessário (e pouco).



Entre o castanho claro e o laranja, use uma sombra bege. Use uma sombra de tom prata sobre o castanho claro.


Passe sombra preta sobre a prateada. Esfumace a sombra preta sobre a laranja, mas somente na lateral externa. Tenha em atenção para não "esconder" muito a sombra laranja.



Aplique o lápis e use a sombra preta e prata na parte de baixo das pestanas e veja o resulatdo final: divino não?!


Agora uma maquilhagem azul:

Sobre a pele já preparada e a base colocada, passe uma sombra azul claro.


No canto externo do olho, sobre a sombra azul claro, use uma sombra azul escuro.




Para dar um toque final e realçar o olhar, use a sombra azul escuro em baixo dos cílios na parte externa, a azul clara no canto interno (também na parte de baixo) e uma sombra branca na parte superior da pálpebra, próximo a sombrancelha.


Passe lápis e rímel azul ou preto e este é o resultado final: bem luminoso!


Por hoje ficam esta duas sugestões. No próximo post vamos mostrar mais duas.

Não se esqueçam de beber muita água, de manter sempre a pele hidratada e de, quinzenalmente, exfoliar e colocar uma máscara adequada ao vosso tipo de pele.

Entretanto, boas e divinas danças...

Convite



Porque muito nos gratifica as imensas visitas que temos a este nosso cantinho, aqui deixamos um convite para as do "país irmão" - Brasil:

Em Maio teremos membros de equipa de um projecto em que estamos envolvidas, no Rio de Janeiro e em São Paulo. É com muito gosto que convidamos todas/todos quantos possam a estar presente na inauguração deste projecto no Brasil.

Vamos estar:

de 4 a 9 de Maio no Hotel Pestana Rio Atlântica em Copacabana - Rio de Janeiro
e de 9 a 16 de Maio no Hotel Pestana São Paulo, Jardim Paulista - São Paulo


Contactem-nos e teremos todo o prazer em que façam parte da nossa festa!
Não pagam nada e divertimo-nos juntos!


Ensinamentos


É verdade que já há muito que não aparecíamos por aqui.

Temos andado atarefadas com novas "descobertas" acerca deste mundo tão especial. Daí que este artigo fale em Hossam Ramzy

Neste últimos tempos temo-nos dedicado (e obrigada DENISE, és de facto única) em conseguir compreender tudo o que se relaciona ao ritmo, á melodia, á música que não só acompanha a bailarina mas que deve, ISSO SIM, ser SENTIDA por quem dança.
De facto, e o que nos foi dito, é que iriamos apanhar diversos "choques" e a triste conslusão a que chegámos é que o ensino desta arte oriental, em Portugal, não está bem nem sequer se recomenda. É triste mas ainda há pessoas capazes e com sabedoria suficiente para ensinar a dança oriental como ela merece ser ensinada...

Aqui ficam alguns ensinamentos deste mestre:
Hossam Ramzy, nascido no Cairo, considerado o embaixador egípcio do ritmo, é conhecido mundialmente por criar arranjos de cordas e percussão e por produzir diversas músicas para artistas de renome mundial, tais como: Yesim Salkim, Celick Erici, Cheb Khaled, Tarkan, Rachid Taha, Faudel, The Gypsy Kings e muitos mais. Considerado o “melhor” na arte egípcia da música e conhecedor supremo dos acordes e dança oriental diz:

“dançar é como fazer a percussão, como tocar a flauta Nay, ou como tocar piano, ou tocar o Oud, Quanoon ou qualquer outro instrumento. O instrumento de quem dança é o corpo. A dançarina é um membro musical da Orquestra.

Em qualquer estilo e esfera musical, é sabido que o melhor tipo de músico é aquele que OUVE OS OUTROS MÚSICOS, enquanto toca sua parte, encaixando-se perfeitamente no que está sendo tocado. Ele toca alegremente a mesma música que os outros e acentua quando deve, cresce com eles, e pára quando eles param.

Como tocador de Tabla, quando faço a percussão de uma música eu presto muita atenção a todas as frases musicais que estão sendo tocadas. Como membro de um grupo, devo conhecer definitivamente que ritmo é aquele e devo saber quando o ritmo muda, diminui, acelera, pára, acentua ou se modifica de qualquer jeito. Eu devo ouvir cada músico que toca comigo e ter certeza que estou tocando de acordo com o que ele ou ela está tocando, seja um solo ou parte de uma orquestra. Quando a orquestra inteira está fazendo rodeios sobre uma parte específica, tenho que colaborar e crescer com eles, e expressar esta parte, porém quando a música é tocada por apenas um solista, eu tenho que tocar bem baixinho, apenas o suficiente para fazer o acompanhamento, mantendo a contagem da música e o ritmo definido; eu também posso gentilmente decorar os pequenos acentos que ele estiver fazendo aqui e ali apenas para manter a coisa toda em um nível estético e artístico, e manter a comunicação fluente entre nós dois. Esta mesma atitude aplica-se a todos os instrumentos que se apresentam na mesma parte da música. Ou a coisa toda descamba para uma bagunça sem precedentes.

Nos meus contactos com diversos grandes artistas do mundo que têm a dança como parte relevante de suas carreiras ou que estão relacionados à nossa amada dança, como a dançarina indiana de Kathak Nahid Siddiki do Paquistão ou a espanhola Maria Belén Fernandez de Madrid, TODAS elas me explicaram quanto tempo gastam aprendendo sobre ritmos, contagem, cantando os sons dos ritmos e aprendendo os significados dos movimentos do corpo e o que este movimento de cabeça significa, ou o que o olhar indica, ou o quanto elas amam isso tudo e como é significativo aos olhos de quem observa e como elas nunca poderiam pisar um palco sem estes conhecimentos, e se por milagre conseguissem, elas não seriam aceites pelo público, uma vez que este público sabe o que quer.

Porque algumas pessoas pensam que na dança egípcia e do Oriente Médio deveria ser diferente?

Sim, eu sei... Se você mostrar as pernas o suficiente, muita gente ficará interessada no oriente médio, mas AQUI eu falo sobre ARTE, CULTURA e ESTÉTICA.

Tenho visto diversas dançarinas se apresentarem com as mais inusitadas coreografias para a música e dizerem, e eu cito aqui “Esta coreografia foi especialmente desenhada para mim por (#~@%$£&^%@#~#x ) {O nome de algum professor famoso}".

Sinto muito por isso do fundo de meu coração, porque quero que VOCÊ compreenda a dança e DANCE REALMENTE bem.

Então se você quer saber como fazer isso e como organizar sua dança de acordo com a música, é assim que se faz. Este é um presente gratuito, e espero que você faça bom uso dele.

Eis o que eu penso:

Se escolheu uma ou outra parte da música.

Agora tente descobrir algo mais sobre ela. O que ela está dizendo (musicalmente e liricamente se possível) e quais seriam os gestos adequados a esta composição... é uma música alegre? É uma música triste? Ou seria uma música brava? Uma música melancólica? Que tipo de música é esta, é clássica, é folclórica, é um Baladi, é um Baladi improvisado, é um Saidi, e isso só para mencionar o campo de músicas egípcias...

Então descubra que ritmo é aquele. Quantas barras de cada ritmo a música tem.

Abasteça-se com um vocabulário básico de movimentos que podem encaixar-se em cada um destes ritmos (dois ou três passos que possam ser encaixados em cada ritmo), e você deve fazer um óptimo trabalho. Uma de minhas dançarinas favoritas do Egipto é Fifi Abdo. Garanto-vos que ela faz apenas três ou quatro passos em todo seu repertório. Mas ela executa-os no lugar certo e no momento certo, com um adorável sorriso.”


Por certo que as mais atentas compreenderão esta nossa "tristeza" e este nosso desabafo.
Esperamos por dias melhores e mais iluminados
entretanto
Boas e divinas danças!

Código de Ética da Dança do Ventre


O Código de Ética da Dança do Ventre foi elaborado a partir de uma iniciativa brasileira de Shalimar Mattar, editora do jornal "Oriente, Encanto e Magia", objectivando a organização e valorização do segmento envolvido com a dança do ventre no Brasil.

É o resultado de um trabalho conjunto e democrático que contou com a participação de 439 praticantes brasileiras dessa arte (amadoras e profissionais) durante um período de 10 meses de trabalhos.

Foi publicado a 03/03/2002 durante o "1º Simpósio de Dança do Ventre" realizado em São Paulo.

Aqui o deixamos salientado o quanto urge iniciativas que possam contribuir para uma maior união, paz e serenidade entre as apaixonadas desta arte.




“A dança do ventre é uma expressão artística e, como tal, deve ser difundida. Cabe às profissionais da área zelar pelo seu conceito, mantendo assim, os padrões de elegância que a envolvem e não permitindo sua vulgarização.
Para exercer suas funções com dignidade, as profissionais da área devem receber remuneração justa pelos serviços artísticos ou didácticos prestados. É considerada conduta antiética a prática de concorrência desleal com outras profissionais da área (bailarinas ou professoras).

Professoras:
- A professora tem a função de ensinar e orientar pacientemente, sempre zelando, em primeiro lugar, pela saúde e bem-estar de suas alunas, e respeitando as limitações de cada uma.
- A todas as professoras é dada orientação que seus currículos estejam à disposição das alunas.
- É importante que a professora realize anualmente avaliações opcionais com suas alunas, as quais terão à disposição informações preciosas para a evolução de seu aprendizado.
- A dedicação ao ensino deve ser direccionada para o conhecimento de suas alunas e não como instrumento de vaidade pessoal para a promoção da professora
- A professora deve exercer seu trabalho livre de toda e qualquer discriminação, motivando e respeitando suas alunas, independentemente de características físicas ou faixa etária, lembrando que esta é uma actividade que deve ser direccionada visando ao bem-estar e equilíbrio físico, mental e emocional. Portanto, não podem ser exigidos padrões estéticos que diferenciem ou discriminem qualquer uma delas.
- Para aptidão ao magistério da dança do ventre considera-se satisfatório um período mínimo de 4 anos de estudos na área, com aperfeiçoamento em didáctica e conhecimentos de anatomia, cinesiologia e biomecânica que possibilitem segurança na realização de um trabalho corporal consciente. O tempo de estudo pode ser reconsiderado a partir de cursos realizados anteriormente, como ballet clássico, educação física ou faculdade de dança.
- A professora de dança do ventre deve buscar aprimoramento e actualização constantemente.
- A professora deve cumprir a programação e o cronograma de cursos oferecidos ou divulgados a suas alunas.
- Todas as alunas merecem igual atenção de sua professora, a qual não deve fazer qualquer distinção entre elas.
- A professora deve ser especialmente honesta quanto aos seus conhecimentos, buscando respostas correctas para esclarecimento de suas alunas. Todas as informações pertinentes ao curso que se dispõe a ministrar devem ser transmitidas com clareza e honestidade, visando ao efectivo aprendizado de suas alunas.
- Como a dança do ventre tem origens muito remotas e informações de difícil acesso, esta questão deve ser sempre esclarecida a priori, para se evitar a divulgação de histórias fictícias que resultem em prejuízo à sua imagem e evolução.
- A professora não deve estimular competitividade negativa entre suas alunas ou com outros grupos.
- A professora deve ter respeito e consideração com as demais profissionais da área, preservando um ambiente de relacionamento sadio que possa acrescentar ao desenvolvimento de todo o segmento, não utilizando a sala de aula como espaço para demonstrar rivalidades pessoais ou denegrir a imagem dos demais profissionais da área em prol de sua promoção.

São ainda consideradas atitudes antiéticas:
- Apresentar coreografias de outras profissionais sem prévia autorização, bem como omitir o nome da responsável por sua criação.
- Coibir a participação de alunas em workshops e cursos que possam acrescentar elementos ao desenvolvimento e aprendizado.
- Apresentar currículos com informações fictícias referentes ao aprendizado e experiência. Recomenda-se que, em se tratando de cursos e workshops, sempre se solicite certificado de participação.

Bailarinas:
No Brasil, até a presente data, são consideradas bailarinas de dança-do-ventre todas aquelas que, possuindo o conhecimento e experiência necessários, prestem serviços artísticos profissionais (shows) mediante honorários.
- Cabe à bailarina profissional cumprir todas as cláusulas acertadas em contrato para prestação de serviços artísticos junto ao seu contratante.
- A bailarina profissional de dança do ventre deve zelar pela imagem moral da categoria que representa:
a) Mantendo relacionamento de respeito e elegância junto ao seu público e contratante.
b) Trajando-se de forma adequada aos padrões da categoria durante suas apresentações.

Faz parte da correcta conduta ética entre bailarinas profissionais:
- Quando assistir à apresentação de outra bailarina e/ou alunas, dedicar o devido respeito e atenção.
- Quando estiver realizando apresentação em conjunto, ser solidária e direccionar o trabalho com espírito de equipa e união.
- Ter consciência de que cada profissional possui um estilo próprio que a diferencia e, assim, saber apreciar a admirar, com a devida humildade, todas as variadas formas de se expressar a mesma arte.
- Respeitar o local de trabalho de outras profissionais.

São consideradas atitudes antiéticas:
- Atravessar ou interferir no trabalho de outra profissional estando ciente deste fato.
- Distribuir material de propaganda pessoal durante serviços contratados por meio de outra bailarina.
- Criticar o desempenho ou denegrir a imagem de outra profissional junto ao público, contratantes ou demais colegas da área.
- Transformar uma apresentação colectiva em disputa pessoal de vaidade, interferindo na qualidade do trabalho apresentado.

A forma como uma professora e bailarina se referem à sua (s) mestra (s) é um exemplo que será seguido por suas alunas amanhã. Quem não respeita seu mestre não valoriza a arte.
Recomenda-se sempre avaliação médica antes do início desta actividade, como em qualquer actividade física.

As responsáveis pela elaboração do Código de Ética esperam que a união, a humildade, a seriedade, o respeito e o amor sincero à arte estejam sempre acima de qualquer diferença pessoal. Que estes laços que nos aproximaram até aqui em favor do objectivo único de valorizar e organizar nossa arte se fortifiquem a cada dia, alcançando todas as praticantes da dança do ventre no Brasil.”

Dicas de Acabamentos


Conforme "prometemos", aqui estão as fotos e dicas para os acabamentos do conjunto de cinto e soutien para dança do ventre.

Uma vez as cores e os motivos escolhidos, comecem por descrever o motivo central (base) do cinto e só depois contornem e preencham o restante. Os materiais podem ser diversificados. Aqui foram escolhidos, básicamente, lantejoulas e algumas missangas mas este é um mundo replecto de magia e com o vosso bom gosto estamos certas de que farão verdadeiras obras de arte!!

Para fixação costumamos usar cola de tecido. Certifiquem-se da qualidade da cola: nem sempre o barato sai caro mas pode sair portanto mais vale prevenir...

Caso prefiram jogar pelo seguro e coser os materiais, ao aplicar as lantejoulas façam-no usando uma missanga da mesma cor que, não passando pelo orifício da lantejoula, irá prendê-la ao tecido dando-lhe um acabamento mais bonito e resistente.

Aqui ficam as fotos passo-a-passo. Divirtam-se!!







































Já agora: Porque não partilhar as vossas "obras" connosco enviando-nos fotos?!!

Ficamos a aguardar!

entretanto desejamo-vos, sempre, boas e divinas danças!



Como Forrar um Soutien para Dança do Ventre

Vamos demonstrar que forrar um soutien com tecido não é difícil. Para que se seja mais fácil aconselhamos o uso de tecidos “elásticos” como por exemplo veludo que foi a nossa escolha.

O veludo tem também a vantagem de “camuflar” os pontos e as costuras.

Como primeiro passo escolhemos um soutien que se adapte bem ao nosso peito. Cortam-se as alças (pois vamos fazer umas bem mais bonitas). De seguida coloca-se o tecido em torno do soutien, começando pela parte superior e fixando com alfinetes. Tenta que fique esticado o suficiente para que não apareçam rugas no tecido.


Visto do avesso fica assim



Visto do direito fica assim



Corta-se o excesso de tecido, não esquecer de deixar um pouco para a costura Nas "curvas" das copas aconselhamos a cortar o tecido ao longo do feitio do soutien antes de o prender com alfinetes (atenção: não esquecer a margem para as costuras).



Assim sendo já tens uma das copas praticamente forrada.



Fechado um lado do soutien começa a forrar o outro lado de igual modo. Entre as duas podes fazer uma pequena costura manual ficará invisível (se o tecido for em veludo). Nós costumamos experimentar sempre antes de coser para que, ao esticarmos o tecido aquando da forra, o soutien não fique mais pequeno do que o pretendido.




Está quase!

Depois do soutien forrado não te esqueças das tiras para as alças. Nós gostamos de usar elástico dos mais largos que forramos com tiras do mesmo tecido. Atenção ás costuras, devem de ser em ziguezague para manter a elasticidade.

As alças também podem ser cobertas com vários materiais, lembrar que devem permanecer elásticas. Se não gostarem delas demasiado elásticas usem tecido de renda por exemplo em vez de usar o elástico pois a renda dar-lhe-á apenas uma ligeira elasticidade.

Há várias maneiras de colocar as alças: as alças normais sobre os ombros até ás costas ou as que ficam em redor do pescoço. Nós gostamos de misturar as duas: as alças que ficam em redor do pescoço, que se unem a duas que partem das costas do soutien até ao pescoço (como mostramos no esboço). Assim dançamos sem qualquer preocupação.



Não te esqueças de experimentar antes de as coser para verificar exactamente onde elas devem ficar colocadas.

Dica: Em caso de extrema urgência a cola de tecido é bastante útil quando todos os minutos estão contados (basta usar um secador para acelerar o processo de secagem) mas não se esqueçam que, e caso necessitem de lavar as peças (sempre com extrema delicadeza, claro) de as coser antes do processo de lavagem a fim de evitar dissabores de peças “desmanchadas” (apesar de algumas colas indicarem resistência á lavagem, mais vale prevenir).

Esperamos que também para vocês se torne fácil forrar um soutien!

Sugerimos que enfeitem o soutien e o cinto com iguais acabamentos e assim já poderão ter o vosso primeiro conjunto para dança do ventre!

Só falta falar dos acabamentos. As fotos e as dicas vêm já de seguida!

Boas e divinas danças!

Ano Novo - Vida Renovada!

Já há muito que não deixavamos aqui uma palavra.

Ano Novo e com ele também vieram algumas alterações na nossa rotina.

Neste momento queremos pedir ajuda a todas no sentido de, caso alguma de vós souber, nos informe de onde poderemos encontrar aulas de dança oriental aos Sábados na zona de Lx (e arredores).

Ficaremos eternamente agradecidas pois temos procurado e tem-se revelado muito difícil encontrar.

Entretanto voltámos e em breve mais artigos sobre confecção de roupa para dança do ventre.

Também aceitamos sujestões vossas!

Saudações orientais e boas danças.

Boas Festas!



que a paz, saúde, serenidade e humildade nos sejam presenteadas neste Natal

e que o Novo Ano nos amplie os horizontes da alma e nos faça maiores

"Porque eu sou do tamanho do que vejo"



Como Fazer um Cinto para Dança do Ventre?


Primeiro escolhe-se o formato do cinto.

Existem dois modelos de padrão preferidos: o egípcio de forma estreita em frente, mais amplo nas costas (a parte mais larga é a de trás) e o turco em que forma um triângulo na frente e na traseira. Devido a estas mesmas formas lembra-te que o trabalho poderá tornar-se minucioso e terás de ter paciência.

Ambos os modelos podem ser combinados: um triângulo na frente e amplas formas egípcias nas costas, sendo este muito recomendado para as mulheres mais cheiinhas ou de ancas mais volumosas.




Esta forma deve ser adaptada à figura. No caso de figura mais volumosa/forte o cinto deve de ser mais largo (para além de maior também), no caso de figuras magras o cinto deve de ser mais estreito. Adeqúem sempre o tamanho do cinto ao vosso tronco.

Com o modelo escolhido e as medidas tiradas vamos começar a fazer o cinto. Prepara um "corpo" de várias camadas de tecido como base para os bordados. É aconselhável usar dois pedaços de tecido forte (por exemplo moleton) e assim a base do cinto ganha alguma substância, ou uma entretela mais forte para tornar o cinto mais “robusto”.




Atenção que e muito embora o cinto tenha de ficar forte, não o deve ser em demasia para que se consiga moldar ao corpo parecendo que faz parte dele.

Estes 3 tecidos são presos com alfinetes e “zigzagueados” juntos. O projecto ganha forma! Se achares que fica demasiado robusto opta por apenas duas camadas.




Vamos agora cobrir a base com o tecido escolhido que pode ser do mesmo do do traje. No caso de se querer aplicar sequins e missangas é preferível usar um tecido elástico ou Lycra da mesma cor que o traje ou outra que seja do nosso agrado.




Outras possibilidades são bordados, rendas, veludo e seda, etc., não há limites para a fantasia, com bom gosto tudo é permitido.

Lembra-te de que se não tapares toda a superfície, as costuras devem ficar bem finas, quase invisíveis, o que dá algum trabalho. Agora tens de escolher qual o lado do cinto que deve ser fechado. A maioria dos trajes egípcios são do lado esquerdo mas não há nenhuma regra.

Atenção: antes de coser as laterais lembra-te que os bicos do modelo turco têm de ficar exactamente no centro, longitudinal, do teu corpo. Quando colocares os colchetes e coseres, coloca a parte frontal sobre a parte traseira a fim de que a costura fique “invisível” á frente. Usa pelo menos dois colchetes grandes.



Já acabaste?!

Podes sentir-te realmente orgulhosa! Já tens o teu cinto!


Algumas Dicas para Iniciantes


Ao entrar em cena deves saber exatamente onde te posicionar. Geralmente o melhor local é o centro do palco ou da pista.

Os primeiros passos e a forma escolhida para a entrada deverão transmitir segurança e experiência, este será o momento propício para conquistar o público e atrair todos os olhares. Não te esqueças de "marcar" bem o teu "território"!

O melhor local para a finalização também é o centro, deverás estar atenta à música para te posicionares no momento exacto do términus com uma postura bela e altiva!

Para quem se está iniciando, é natural que a princípio haja uma sensação de “desajeitada”. Lembra-te que te estás a iniciar, que tens tudo para aprender e aperfeiçoar, procura sentir cada parte do teu corpo através de desenhos (mãos em movimentos lentos, cabeça, quadril, etc) assim chegarás a uma consciência corporal e logo te sentirás linda, leve e solta!!!

Tem sempre á mão o teu "kit de bailarina" caso ocorra algum problema: agulha, linha, alfinetes de segurança, lenços descartáveis, toalhetes, e tudo isto sem esquecer a maquilhagem para retoques, perfume, pentes etc.

O rosto deve transmitir a mensagem do que danças, sempre de maneira suave e misteriosa. A expressão deverá estar ligada ás mudanças de ritmo e do movimento.

O contacto visual é muito poderoso. Os olhos expressam os nossos sentimentos e emoções. Portanto é aconselhável que a bailarina evite olhares provocantes e insinuantes. Deves optar por olhares meigos e doces.

Evita encarar as pessoas durante a dança pois isso poderá criar situações constrangedoras.

Evita descalçar-te, trocar-te ou arranjar-te em cena. Esta atitude não é nada elegante!

Quando fores contratada para um show, deves ser o mais discreta possível, evitando juntar-te aos convidados.



Posto tudo isto resta desejar-te BOAS e DIVINAS danças! e...MUITO SUCESSO!!

As Cores no Palco

Podem escolher a cor do vosso fato consoante o vosso estado de alma:

Rosa - Apazigua
Violeta - Mental
Verde escuro - Tensão
Verde Claro - Doação
Amarelo - Calor
Azul - Frio
Branco - Luz
Negro - Auto proteção e Sensualidade


Pensamento





Faz com a tua dança seja sempre a ponte entre a celebração da vida e o instrumento da paz...



Benefícios da Dança Oriental


A pratica da dança oriental corrige a postura e os ombros, também os braços se modelam em contornos mais definidos. Ao corrigir a postura, abre o peito o que favorece o seu formato. Ao trabalhar os músculos do ventre, fortalece e tonifica a barriga tornando a cintura mais afinada e estimula interiormente os orgãos evitando os tão incomodativos problemas menstruais. Esta prática também trabalha os músculos da perna, principalmente coxas e gémeos. Alonga toda a musculatura deixando a figura mais delgada e elegante. Quando as aulas mantêm um bom ritmo chega-se a queimar 300 calorias por hora o que proporciona a manutenção de um peso adequado.

Para além de fazer todo este bem ao corpo, a dança oriental também traz benefícios á mente. Através da envolvência nos sons, da desenvoltura e desinibição dos gestos, é uma óptima terapia de relaxe favorecendo o bem-estar emocional, a auto-estima e confiança em si própria. Com toda esta atitude a dança oriental para além de conferir, ás praticantes, uma postura elegante, graciosa e suave também lhes traz a paz, harmonia, e serenidade tão necessárias para enfrentar o ritmo cada vez mais caótico do nosso dia-a-dia.

Por tudo isto e muito mais que ficou por dizer,

Tenham boas e divinas danças!!

Inspiração




Quando a inspiração nos invade nascem obras assim:


Soutien branco, dourado e prateado. Manufacturado e criado por NandaSaad


Soutien preto, dourado e prateado. Manufacturado por NandaSaad com ajuda criativa de Samiyah.


Soutien laranja, dourado e prateado. Criado e manufacturado por NandaSaad.



Soutien preto, branco, laranja e rosa com aplique de missangas. Manufacturado e criado por Samiyah.



Confeccionamos, estes e outros modelos, em todos os tamanhos, cores, acabamentos e materiais consoante os gostos que nos transmitirem.