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Dança Vs Sensualidade



Como sabem a dança do ventre é proveniente de rituais sagrados (está ligada aos ritos de fertilização). Era realizada nos templos sagrados em homenagem a Ísis. As sacerdotisas, devido à sua natureza feminina e receptiva, eram responsáveis pela abertura de um canal para o plano espiritual interior. Assim a energia feminina começava a manifestar-se.

A proposta é fazer com que se assuma uma nova postura de consciência de vida através desta dança. Tornarmo-nos mais felizes quando, em vez de irmos simplesmente fazendo pela vida, temos a sabedoria de dançá-la.

Todas as que praticam esta dança já tiveram a oportunidade de entrar em contacto com alguns benefícios que ela revela, inclusive no aumento da sensibilidade e também com a sua sensualidade. A maioria das mulheres que aborda a dança do ventre traz em si alguma sensualidade (até porque sensualidade é presença do universo feminino). Sendo que a sensualidade e feminilidade, fazem parte do nosso universo, quando ela se caracteriza em leveza, delicadeza e sumptuosidade não será lamentável a não ser que seja exagerada, o que tem vindo a acontecer com mais frequência do que o desejável.

Aconselhamos que não procurem somente esse aspecto pois irão colher apenas as migalhas que a dança oferece e esta sensualidade tornar-se-á vulgar no dia-a-dia.

Assim sendo, permitam-nos estabelecer algumas definições para reflectir:
- Na dança, ao combinar estruturas auditivas e de movimentos (apoiadas no raciocínio lógico) desenvolve-se a consciência corporal;
- A dança é o elo de ligação entre o que a mente pensa, a alma sente e o corpo executa.
- A Dança do Ventre, através dos seus movimentos minuciosamente localizados, activa os principais centros energéticos (chakras);
- Ao dançar não só se activam as energias como se obtém um retorno energético: Penso – Sinto – Danço – Sinto;
- Dançar estabelece uma relação activa entre o corpo, a natureza e as diversas energias;
- É uma forma da mulher se conhecer melhor sensorialmente e também fisicamente;
- É uma das raras actividades humanas em que a mulher se sente totalmente envolvida: corpo, espírito e coração;
- Dançar também é uma terapia, é o descobrimento de todo o SER;

É claro que não podemos negar ou esconder a sensualidade aflorada pela dança, por qualquer dança!
Essa sensualidade não deve ser o ponto de partida mas sim de chegada e nunca devemos descuidar dos verdadeiros benefícios!
Desprendam-se do lado material e lembrem-se sempre que ao falarmos em energias, existem as boas e menos boas, e que uma das leis da natureza é: o que se dá recebe-se em troca.

Dêem-se e recebam-se!


E entretanto divinas danças…

Atenção Muita Atenção:

Em primeiríssima mão aqui fica esta magnífica informação bem como um "recado" de Denise de Carvalho.

Quanto a nós, vamos lá estar com toda a certeza!!!




"A Dança Oriental, também conhecida como Raqs Sharqi ou Dança do Ventre, começa a ganhar cada vez mais adeptos entre nós, não só pela destreza corporal e muscular de quem a executa, como por todo o desafio e magia que a envolve. É o aprender de uma tradição misteriosa e milenar que se perde na origem dos tempos, onde o corpo se transforma em música, em emoção, e a magia acontece...

Nestas aulas, em regime de formação mais intensiva, o objectivo é dar a conhecer o mundo inerente a esta forma de dança, a sua cultura, suas particularidades, técnica, variantes, entendimento rítmico (e as suas especificidades), respiração, postura, adereços diversos, sendo o ponto fundamental entender, dominar e aplicar todos os conhecimentos transmitidos, ao invés da simples transmissão de coreografias.

O grande objectivo da Dança Oriental é o da bailarina ser o 3’D do que está a ouvir, onde o seu corpo deve retratar, em movimento minucioso, todas as nuances musicais: ritmo, melodia, acentuações, improvisações (taqsim)… e é isto que iremos aprender!!"

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Mais informações AQUI

e atenção meninas: "As oportunidades nunca são desperdiçadas apenas são aproveitadas por outras pessoas"

Mãos à Obra: Vamos Fazer um Véu!



Muitas vezes o véu é feito a partir do mesmo material da saia. Os materiais mais adequados para que o véu “viva” são principalmente, poliéster ou chifon (o nosso preferido). Deverá ser um tecido “suave” e que ao “cair” seja ao mesmo tempo firme, que não “esvoace” demasiado.

Por mais incrível que possa parecer a seda natural não é o mais adequado pois não deixará que o véu “dance”.

Se engomar não é a sua tarefa mais cobiçada então prefira tecidos mais resistentes.

Nunca faça um véu com vários tecidos (ou retalhos). Irão aparecer costuras que não só o desfeiam como não o deixarão “voar” ou “dançar”.

Ao comprar o tecido, o melhor mesmo é preferir “desperdiçar” o restante do mesmo (que pode ser aproveitado em diversos acessórios, como luvas) e comprar tamanho suficiente para o véu. Vai ver que o resultado final compensa e bem! Não só o véu fica mais barato do que nas lojas como é um orgulho dançarmos com algo que “criámos”.

Por tudo isto e muito mais, vamos então passar ao véu!

Se bem que muitos há rectangulares, nos últimos anos a forma arredondada tornou-se mais popular e é o véu semicircular que vamos aprender a fazer:

A altura padrão é aproximadamente 1,10m e a largura de 2,40m é óptimo na maioria dos casos.

No entanto as medidas mais correctas dependem do seu corpo: da sua altura e do seu comprimento de braços.

Para definir a altura: encoste a extremidade de uma lateral do tecido ao nível dos ombros, a altura deverá de ir até à zona dos tornozelos (ou um pouco acima, na zona das canelas).

Para definir a largura: coloque um dos seus braços na horizontal, sobre ele coloque o véu dobrado (pelo meio), ao cair o tecido deverá dar até meio das canelas. Ou se preferir, pegue no véu com as mãos, como se fosse se cobrir (horizontalmente), passando-o pelos ombros e juntando as mãos à sua frente (segurando sempre o tecido). O tecido que sobra deverá de dar até aos seus cotovelos.

Desenhe a forma do véu fazendo um modelo de cartolina ou papel de arquitecto (molde, que ficará grande) conforme figuras em que primeiro corta um rectângulo e só de seguida arredonda os cantos.




Coloque o tecido sobre o molde. Comece pela parte recta e vá fixando com alfinetes, até que sobram as partes dos cantos do tecido que deverá cortar em meio circulo. Atenção: não corte ainda! Confira se está bem fixo pois ao começar a cortar esses tecidos costumam escorregar com extrema facilidade, “fugindo” da tesoura. Se tiver ajuda de uma segunda pessoa será mais fácil e rápido.

Dica: Nós costumamos deixar uma margem maior para o corte. Depois da prova cortamos se sobrar.

De seguida é só fazer as costuras. Deverá ter atenção ao pormenor do acabamento. Nós gostamos de usar fita de cetim ou organza. Ou outras fitas que sejam “lisas” ou apenas tenham um suave bordado, pois assim nunca ficaremos com lantejoulas ou sequins agarrados ao cabelo.


Esperamos que tenham gostado. Qualquer dúvida recorram ao mail ou aqui mesmo nos comentários.

Dancem e encantem e não se coíbam de mostrar o VOSSO véu!!

e como sempre... Boas e divinas danças!

De Volta!



De volta e retemperadas, esperamos!

Começamos Setembro a falar de um dos acessórios mais apreciados das bailarinas: O Véu!



Não se sabe ao certo como surgiu a dança com véus. Dizem que ela tem as suas raízes na dança dos sete véus que é uma dança onde os véus representavam os sete chakras em equilíbrio e harmonia. A retirada e o cair de cada véu significava o abrir dos olhos que desperta a consciência da mulher.

Actualmente, o véu, é um dos símbolos mais comuns da dança do ventre e são muitos os passos que o utilizam. Alguns são usados especialmente para emoldurar o rosto ou o corpo da bailarina, assim envolvendo-a em mistério e magia. Por ser transparente, tem o encanto de mostrar sem revelar.

O véu está presente em várias passagens de textos que falam sobre a dança dos povos do antigo Egipto, por isso é previsível que este seja muito usado pelas bailarinas na actualidade.

Quando se fala sobre a importância e o significado do véu, devemos lembrar que os movimentos na Dança do Ventre estão relacionados aos animais, às plantas, aos símbolos da mitologia egípcia e aos quatro elementos da natureza. Assim sendo podemos relacionar o véu com o elemento ar (com os ventos que sopram do deserto).

A dança com véu pode variar de acordo com a intenção e criatividade da bailarina: pode-se dançar com um único véu, com dois ou até nove véus.


Voltamos, já, já com muitas novidades!

Mais uma dica de maquilhagem

Olá a todas!

Aqui fica mais uma sugestão de maquilhagem.

Entretanto não se esqueçam de ter sempre a pele bem tratada (exfoliação, máscara, hidratação, etc.) e de beber muita água!

Dark Eyes:


Use uma base sobre a palpebra e passe lapis em baixo e em cima.


Passe sombra preta em toda a palpebra móvel.
Passe a sombra na parte de baixo dos olhos, pode ser usado um cotonete.



Passe a sombra roxa no limite da preta, note a diferença de um olho para o outro.



Esfumace a sombra roxa, misturando SÓ UM POUCO com a preta.



Na parte que ficou sem maquilhagem (próximo da sombracelha) use uma sombra branca ou pérola, por forma a ficar semelhante á foto.



Finalize com o rímel e eis o resultado final: fulminante!

Prometemos voltar logo logo, não vos faremos esperar tanto tempo como este último.

Até breve e divinas danças!

Código de Ética da Dança do Ventre


O Código de Ética da Dança do Ventre foi elaborado a partir de uma iniciativa brasileira de Shalimar Mattar, editora do jornal "Oriente, Encanto e Magia", objectivando a organização e valorização do segmento envolvido com a dança do ventre no Brasil.

É o resultado de um trabalho conjunto e democrático que contou com a participação de 439 praticantes brasileiras dessa arte (amadoras e profissionais) durante um período de 10 meses de trabalhos.

Foi publicado a 03/03/2002 durante o "1º Simpósio de Dança do Ventre" realizado em São Paulo.

Aqui o deixamos salientado o quanto urge iniciativas que possam contribuir para uma maior união, paz e serenidade entre as apaixonadas desta arte.




“A dança do ventre é uma expressão artística e, como tal, deve ser difundida. Cabe às profissionais da área zelar pelo seu conceito, mantendo assim, os padrões de elegância que a envolvem e não permitindo sua vulgarização.
Para exercer suas funções com dignidade, as profissionais da área devem receber remuneração justa pelos serviços artísticos ou didácticos prestados. É considerada conduta antiética a prática de concorrência desleal com outras profissionais da área (bailarinas ou professoras).

Professoras:
- A professora tem a função de ensinar e orientar pacientemente, sempre zelando, em primeiro lugar, pela saúde e bem-estar de suas alunas, e respeitando as limitações de cada uma.
- A todas as professoras é dada orientação que seus currículos estejam à disposição das alunas.
- É importante que a professora realize anualmente avaliações opcionais com suas alunas, as quais terão à disposição informações preciosas para a evolução de seu aprendizado.
- A dedicação ao ensino deve ser direccionada para o conhecimento de suas alunas e não como instrumento de vaidade pessoal para a promoção da professora
- A professora deve exercer seu trabalho livre de toda e qualquer discriminação, motivando e respeitando suas alunas, independentemente de características físicas ou faixa etária, lembrando que esta é uma actividade que deve ser direccionada visando ao bem-estar e equilíbrio físico, mental e emocional. Portanto, não podem ser exigidos padrões estéticos que diferenciem ou discriminem qualquer uma delas.
- Para aptidão ao magistério da dança do ventre considera-se satisfatório um período mínimo de 4 anos de estudos na área, com aperfeiçoamento em didáctica e conhecimentos de anatomia, cinesiologia e biomecânica que possibilitem segurança na realização de um trabalho corporal consciente. O tempo de estudo pode ser reconsiderado a partir de cursos realizados anteriormente, como ballet clássico, educação física ou faculdade de dança.
- A professora de dança do ventre deve buscar aprimoramento e actualização constantemente.
- A professora deve cumprir a programação e o cronograma de cursos oferecidos ou divulgados a suas alunas.
- Todas as alunas merecem igual atenção de sua professora, a qual não deve fazer qualquer distinção entre elas.
- A professora deve ser especialmente honesta quanto aos seus conhecimentos, buscando respostas correctas para esclarecimento de suas alunas. Todas as informações pertinentes ao curso que se dispõe a ministrar devem ser transmitidas com clareza e honestidade, visando ao efectivo aprendizado de suas alunas.
- Como a dança do ventre tem origens muito remotas e informações de difícil acesso, esta questão deve ser sempre esclarecida a priori, para se evitar a divulgação de histórias fictícias que resultem em prejuízo à sua imagem e evolução.
- A professora não deve estimular competitividade negativa entre suas alunas ou com outros grupos.
- A professora deve ter respeito e consideração com as demais profissionais da área, preservando um ambiente de relacionamento sadio que possa acrescentar ao desenvolvimento de todo o segmento, não utilizando a sala de aula como espaço para demonstrar rivalidades pessoais ou denegrir a imagem dos demais profissionais da área em prol de sua promoção.

São ainda consideradas atitudes antiéticas:
- Apresentar coreografias de outras profissionais sem prévia autorização, bem como omitir o nome da responsável por sua criação.
- Coibir a participação de alunas em workshops e cursos que possam acrescentar elementos ao desenvolvimento e aprendizado.
- Apresentar currículos com informações fictícias referentes ao aprendizado e experiência. Recomenda-se que, em se tratando de cursos e workshops, sempre se solicite certificado de participação.

Bailarinas:
No Brasil, até a presente data, são consideradas bailarinas de dança-do-ventre todas aquelas que, possuindo o conhecimento e experiência necessários, prestem serviços artísticos profissionais (shows) mediante honorários.
- Cabe à bailarina profissional cumprir todas as cláusulas acertadas em contrato para prestação de serviços artísticos junto ao seu contratante.
- A bailarina profissional de dança do ventre deve zelar pela imagem moral da categoria que representa:
a) Mantendo relacionamento de respeito e elegância junto ao seu público e contratante.
b) Trajando-se de forma adequada aos padrões da categoria durante suas apresentações.

Faz parte da correcta conduta ética entre bailarinas profissionais:
- Quando assistir à apresentação de outra bailarina e/ou alunas, dedicar o devido respeito e atenção.
- Quando estiver realizando apresentação em conjunto, ser solidária e direccionar o trabalho com espírito de equipa e união.
- Ter consciência de que cada profissional possui um estilo próprio que a diferencia e, assim, saber apreciar a admirar, com a devida humildade, todas as variadas formas de se expressar a mesma arte.
- Respeitar o local de trabalho de outras profissionais.

São consideradas atitudes antiéticas:
- Atravessar ou interferir no trabalho de outra profissional estando ciente deste fato.
- Distribuir material de propaganda pessoal durante serviços contratados por meio de outra bailarina.
- Criticar o desempenho ou denegrir a imagem de outra profissional junto ao público, contratantes ou demais colegas da área.
- Transformar uma apresentação colectiva em disputa pessoal de vaidade, interferindo na qualidade do trabalho apresentado.

A forma como uma professora e bailarina se referem à sua (s) mestra (s) é um exemplo que será seguido por suas alunas amanhã. Quem não respeita seu mestre não valoriza a arte.
Recomenda-se sempre avaliação médica antes do início desta actividade, como em qualquer actividade física.

As responsáveis pela elaboração do Código de Ética esperam que a união, a humildade, a seriedade, o respeito e o amor sincero à arte estejam sempre acima de qualquer diferença pessoal. Que estes laços que nos aproximaram até aqui em favor do objectivo único de valorizar e organizar nossa arte se fortifiquem a cada dia, alcançando todas as praticantes da dança do ventre no Brasil.”

Dicas de Acabamentos


Conforme "prometemos", aqui estão as fotos e dicas para os acabamentos do conjunto de cinto e soutien para dança do ventre.

Uma vez as cores e os motivos escolhidos, comecem por descrever o motivo central (base) do cinto e só depois contornem e preencham o restante. Os materiais podem ser diversificados. Aqui foram escolhidos, básicamente, lantejoulas e algumas missangas mas este é um mundo replecto de magia e com o vosso bom gosto estamos certas de que farão verdadeiras obras de arte!!

Para fixação costumamos usar cola de tecido. Certifiquem-se da qualidade da cola: nem sempre o barato sai caro mas pode sair portanto mais vale prevenir...

Caso prefiram jogar pelo seguro e coser os materiais, ao aplicar as lantejoulas façam-no usando uma missanga da mesma cor que, não passando pelo orifício da lantejoula, irá prendê-la ao tecido dando-lhe um acabamento mais bonito e resistente.

Aqui ficam as fotos passo-a-passo. Divirtam-se!!







































Já agora: Porque não partilhar as vossas "obras" connosco enviando-nos fotos?!!

Ficamos a aguardar!

entretanto desejamo-vos, sempre, boas e divinas danças!



Como Forrar um Soutien para Dança do Ventre

Vamos demonstrar que forrar um soutien com tecido não é difícil. Para que se seja mais fácil aconselhamos o uso de tecidos “elásticos” como por exemplo veludo que foi a nossa escolha.

O veludo tem também a vantagem de “camuflar” os pontos e as costuras.

Como primeiro passo escolhemos um soutien que se adapte bem ao nosso peito. Cortam-se as alças (pois vamos fazer umas bem mais bonitas). De seguida coloca-se o tecido em torno do soutien, começando pela parte superior e fixando com alfinetes. Tenta que fique esticado o suficiente para que não apareçam rugas no tecido.


Visto do avesso fica assim



Visto do direito fica assim



Corta-se o excesso de tecido, não esquecer de deixar um pouco para a costura Nas "curvas" das copas aconselhamos a cortar o tecido ao longo do feitio do soutien antes de o prender com alfinetes (atenção: não esquecer a margem para as costuras).



Assim sendo já tens uma das copas praticamente forrada.



Fechado um lado do soutien começa a forrar o outro lado de igual modo. Entre as duas podes fazer uma pequena costura manual ficará invisível (se o tecido for em veludo). Nós costumamos experimentar sempre antes de coser para que, ao esticarmos o tecido aquando da forra, o soutien não fique mais pequeno do que o pretendido.




Está quase!

Depois do soutien forrado não te esqueças das tiras para as alças. Nós gostamos de usar elástico dos mais largos que forramos com tiras do mesmo tecido. Atenção ás costuras, devem de ser em ziguezague para manter a elasticidade.

As alças também podem ser cobertas com vários materiais, lembrar que devem permanecer elásticas. Se não gostarem delas demasiado elásticas usem tecido de renda por exemplo em vez de usar o elástico pois a renda dar-lhe-á apenas uma ligeira elasticidade.

Há várias maneiras de colocar as alças: as alças normais sobre os ombros até ás costas ou as que ficam em redor do pescoço. Nós gostamos de misturar as duas: as alças que ficam em redor do pescoço, que se unem a duas que partem das costas do soutien até ao pescoço (como mostramos no esboço). Assim dançamos sem qualquer preocupação.



Não te esqueças de experimentar antes de as coser para verificar exactamente onde elas devem ficar colocadas.

Dica: Em caso de extrema urgência a cola de tecido é bastante útil quando todos os minutos estão contados (basta usar um secador para acelerar o processo de secagem) mas não se esqueçam que, e caso necessitem de lavar as peças (sempre com extrema delicadeza, claro) de as coser antes do processo de lavagem a fim de evitar dissabores de peças “desmanchadas” (apesar de algumas colas indicarem resistência á lavagem, mais vale prevenir).

Esperamos que também para vocês se torne fácil forrar um soutien!

Sugerimos que enfeitem o soutien e o cinto com iguais acabamentos e assim já poderão ter o vosso primeiro conjunto para dança do ventre!

Só falta falar dos acabamentos. As fotos e as dicas vêm já de seguida!

Boas e divinas danças!

Como Fazer um Cinto para Dança do Ventre?


Primeiro escolhe-se o formato do cinto.

Existem dois modelos de padrão preferidos: o egípcio de forma estreita em frente, mais amplo nas costas (a parte mais larga é a de trás) e o turco em que forma um triângulo na frente e na traseira. Devido a estas mesmas formas lembra-te que o trabalho poderá tornar-se minucioso e terás de ter paciência.

Ambos os modelos podem ser combinados: um triângulo na frente e amplas formas egípcias nas costas, sendo este muito recomendado para as mulheres mais cheiinhas ou de ancas mais volumosas.




Esta forma deve ser adaptada à figura. No caso de figura mais volumosa/forte o cinto deve de ser mais largo (para além de maior também), no caso de figuras magras o cinto deve de ser mais estreito. Adeqúem sempre o tamanho do cinto ao vosso tronco.

Com o modelo escolhido e as medidas tiradas vamos começar a fazer o cinto. Prepara um "corpo" de várias camadas de tecido como base para os bordados. É aconselhável usar dois pedaços de tecido forte (por exemplo moleton) e assim a base do cinto ganha alguma substância, ou uma entretela mais forte para tornar o cinto mais “robusto”.




Atenção que e muito embora o cinto tenha de ficar forte, não o deve ser em demasia para que se consiga moldar ao corpo parecendo que faz parte dele.

Estes 3 tecidos são presos com alfinetes e “zigzagueados” juntos. O projecto ganha forma! Se achares que fica demasiado robusto opta por apenas duas camadas.




Vamos agora cobrir a base com o tecido escolhido que pode ser do mesmo do do traje. No caso de se querer aplicar sequins e missangas é preferível usar um tecido elástico ou Lycra da mesma cor que o traje ou outra que seja do nosso agrado.




Outras possibilidades são bordados, rendas, veludo e seda, etc., não há limites para a fantasia, com bom gosto tudo é permitido.

Lembra-te de que se não tapares toda a superfície, as costuras devem ficar bem finas, quase invisíveis, o que dá algum trabalho. Agora tens de escolher qual o lado do cinto que deve ser fechado. A maioria dos trajes egípcios são do lado esquerdo mas não há nenhuma regra.

Atenção: antes de coser as laterais lembra-te que os bicos do modelo turco têm de ficar exactamente no centro, longitudinal, do teu corpo. Quando colocares os colchetes e coseres, coloca a parte frontal sobre a parte traseira a fim de que a costura fique “invisível” á frente. Usa pelo menos dois colchetes grandes.



Já acabaste?!

Podes sentir-te realmente orgulhosa! Já tens o teu cinto!


Algumas Dicas para Iniciantes


Ao entrar em cena deves saber exatamente onde te posicionar. Geralmente o melhor local é o centro do palco ou da pista.

Os primeiros passos e a forma escolhida para a entrada deverão transmitir segurança e experiência, este será o momento propício para conquistar o público e atrair todos os olhares. Não te esqueças de "marcar" bem o teu "território"!

O melhor local para a finalização também é o centro, deverás estar atenta à música para te posicionares no momento exacto do términus com uma postura bela e altiva!

Para quem se está iniciando, é natural que a princípio haja uma sensação de “desajeitada”. Lembra-te que te estás a iniciar, que tens tudo para aprender e aperfeiçoar, procura sentir cada parte do teu corpo através de desenhos (mãos em movimentos lentos, cabeça, quadril, etc) assim chegarás a uma consciência corporal e logo te sentirás linda, leve e solta!!!

Tem sempre á mão o teu "kit de bailarina" caso ocorra algum problema: agulha, linha, alfinetes de segurança, lenços descartáveis, toalhetes, e tudo isto sem esquecer a maquilhagem para retoques, perfume, pentes etc.

O rosto deve transmitir a mensagem do que danças, sempre de maneira suave e misteriosa. A expressão deverá estar ligada ás mudanças de ritmo e do movimento.

O contacto visual é muito poderoso. Os olhos expressam os nossos sentimentos e emoções. Portanto é aconselhável que a bailarina evite olhares provocantes e insinuantes. Deves optar por olhares meigos e doces.

Evita encarar as pessoas durante a dança pois isso poderá criar situações constrangedoras.

Evita descalçar-te, trocar-te ou arranjar-te em cena. Esta atitude não é nada elegante!

Quando fores contratada para um show, deves ser o mais discreta possível, evitando juntar-te aos convidados.



Posto tudo isto resta desejar-te BOAS e DIVINAS danças! e...MUITO SUCESSO!!

As Cores no Palco

Podem escolher a cor do vosso fato consoante o vosso estado de alma:

Rosa - Apazigua
Violeta - Mental
Verde escuro - Tensão
Verde Claro - Doação
Amarelo - Calor
Azul - Frio
Branco - Luz
Negro - Auto proteção e Sensualidade


Pensamento





Faz com a tua dança seja sempre a ponte entre a celebração da vida e o instrumento da paz...



Benefícios da Dança Oriental


A pratica da dança oriental corrige a postura e os ombros, também os braços se modelam em contornos mais definidos. Ao corrigir a postura, abre o peito o que favorece o seu formato. Ao trabalhar os músculos do ventre, fortalece e tonifica a barriga tornando a cintura mais afinada e estimula interiormente os orgãos evitando os tão incomodativos problemas menstruais. Esta prática também trabalha os músculos da perna, principalmente coxas e gémeos. Alonga toda a musculatura deixando a figura mais delgada e elegante. Quando as aulas mantêm um bom ritmo chega-se a queimar 300 calorias por hora o que proporciona a manutenção de um peso adequado.

Para além de fazer todo este bem ao corpo, a dança oriental também traz benefícios á mente. Através da envolvência nos sons, da desenvoltura e desinibição dos gestos, é uma óptima terapia de relaxe favorecendo o bem-estar emocional, a auto-estima e confiança em si própria. Com toda esta atitude a dança oriental para além de conferir, ás praticantes, uma postura elegante, graciosa e suave também lhes traz a paz, harmonia, e serenidade tão necessárias para enfrentar o ritmo cada vez mais caótico do nosso dia-a-dia.

Por tudo isto e muito mais que ficou por dizer,

Tenham boas e divinas danças!!

Inspiração




Quando a inspiração nos invade nascem obras assim:


Soutien branco, dourado e prateado. Manufacturado e criado por NandaSaad


Soutien preto, dourado e prateado. Manufacturado por NandaSaad com ajuda criativa de Samiyah.


Soutien laranja, dourado e prateado. Criado e manufacturado por NandaSaad.



Soutien preto, branco, laranja e rosa com aplique de missangas. Manufacturado e criado por Samiyah.



Confeccionamos, estes e outros modelos, em todos os tamanhos, cores, acabamentos e materiais consoante os gostos que nos transmitirem.


Conjunto Dança Ventre



Temos para venda: Conjunto para dança do ventre muito elegante e super confortável, em chifon, dois tons de rosa (conforme foto).

Estado: Novo

Tamanho: S, M, L e XL. Uma vez que a saia tem elástico na cintura dá para varios tamanhos. O top é de apertar e também acompanha o ajuste ao tamanho necessário.

Preço: 40€ (as duas peças)


Dica: Com uns acessórios e bom gosto, podes vibrar nos palcos!


Cola Para Tatuagens Autocolantes



Temos para venda: Embalagens de 10 ml de cola para reutilizar as tatuagens autocolantes. Clinicamente testada e hipoalergénica.

Preço: 5€ a unidade


Modo de aplicação: Colocar uma quantidade minima no autocolante, esperar 5 mn e colocar sobre a pele limpa e seca.


Dica: Assim podemos usar as nossas tatuagens preferidas muito mais vezes!

Tatuagens Dança Ventre




Temos para venda: Conjuntos de tatuagem autocolante para o ventre (umbigo). Variadíssimas cores. Enviamos fotos a quem assim o pretender e solicitar. Deixamos ficar umas fotos nossas para poderem ver o lindo efeito que faz.

Preço: 8€ o conjunto








Dica: Uma vez que o conjunto é feito de várias peças autocolantes, podem aproveitar-se algumas para colocar na zona lombar ou até uma para colocar entre as sobrancelhas.

Tatuagens Dança Ventre




Temos para venda: Embalagens de autocolantes com motivos variados usualmente colocados entre as sobrancelhas. Temos vários modelos e cores. Enviamos fotos a quem o solicitar.

Preço: 5€ a embalagem


Dica: Quando colocados em círculo, á volta do umbigo, fazem um efeito muito bonito (principalmente se forem longitudinais).